quinta-feira, junho 03, 2010

Oil disaster in U.S.A.

Video do hemisfério de cima!!


Abraços João! mande mais!

http://www.youtube.com/watch?v=Cpjj-VcQgr4&feature=player_embedded

segunda-feira, abril 26, 2010

Eficiência energética é tema de congresso

Acontece entre os dias 16 e 17 de junho de 2010, no Centro de Convenções do Novotel Center Norte, em São Paulo (SP), o 7º Congresso Brasileiro de Eficiência Energética (Cobee), realizado em conjunto com a ExpoEficiência Energética 2010. Nesta edição serão aprofundados os temas práticos, de natureza tecnológica.

O evento é um espaço de sensibilização e negócios em torno de tecnologias e serviços que contribuam para o uso racional de energia e tenham impacto positivo na competitividade e no lucro. Seu público é composto de empresas consumidoras, especialistas e provedores de soluções.

O evento oferecerá soluções para a eficiência em grandes edificações, processos industriais e gestão de utilidades, apresentando casos de sucesso, tecnologias, opções de energéticos e linhas de crédito e serviços de apoio à implantação de programas de eficiência energética. Nos dois primeiros dias os participantes terão acesso ao conteúdo técnico e de negócios e no terceiro dia os interessados poderão participar de uma visita técnica.

O Congresso Brasileiro de Eficiência Energética é uma realização da Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco), em parceria com a empresa Método Eventos de Energia.
Mais informações pelo site:n www.abesco.com.br/7eficienciaenergetica

Energia Gerada pelos passos dos pedestres

Em uma pratica inovadora, pesquisador cria forma de gerar energia com as caminhadas dos pedestres nas calçadas. Imagino isso funcionando aqui no Brasil!!






Notícia na integra:




"Não é nenhuma utopia", afirma o responsável pela iluminação na Prefeitura de Toulouse, Alexandre Marciel. Em sua região, os cidadãos não apenas caminham, mas seus passos geram energia suficiente para iluminar a rua. Toulouse é a capital europeia da aeronáutica e das indústrias espaciais, e parece encaminhada para liderar a produção de energias limpas. "Demo-nos conta há tempos do desperdício energético que assolava nossa cidade", recorda Marciel, "e pusemos em prática várias iniciativas".

Seu último projeto, ainda em período de testes, é a utilização da energia cinética gerada pelos passos dos transeuntes para a iluminação pública. Para o funcionário da prefeitura, trata-se de uma revolução intelectual: "caminhar é associado normalmente ao uso de energia, e agora também é possível produzi-la". Para criar eletricidade a partir do movimento, valem-se de um princípio básico na eletricidade: a indução magnética.


Um ímã que se move no interior de uma bobina cilíndrica de fio de cobre provoca a aparição, na espiral cúprica, de um fluxo de corrente de elétrons. O movimento das pessoas andando faz com que um ímã se desloque no centro de uma bobina, e gere eletricidade. A corrente se transporta a uma bateria conectada à lâmpada. Assim, o pedestre gera energia para a lâmpada mais próxima.

O emprego dessa energia pode resultar em várias estratégias. Primeiro, a eletricidade produzida durante o dia poderia ser armazenada e utilizada na iluminação noturna. Para Marciel, "o problema é o armazenamento, porque seriam necessárias baterias enormes para acumular tanta eletricidade". Outra opção é seguir o exemplo da energia fotovoltaica e transportar a eletricidade produzida às centrais da Electricité De France (EDF), a principal companhia elétrica da região.

A prefeitura de Toulouse vê nesta questão uma ambiguidade juridícia, porque quem seria o proprietário dessa eletricidade? Parece provável que a prefeitura opte pelo caminho mais direto: "o sistema só seria ativado à noite, e a energia de cada pedestre seria consumida de forma quase simultânea". Esta alternativa complementa também outro sistema de economia de energia praticado em Toulouse desde o ano passado.

As lâmpadas possuem um detector de calor e graduam a intensidade lumínica em função da presença de pedestres. Cada lâmpada utiliza 30 W continuamente e mais 30 W que dependem de alguém estar passando por aquele ponto. A diferença deste detector para outros modelos de radar, segundo Marciel, é que "o radar detecta o movimento tanto dos carros como de pedestres na calçada, enquanto o nosso sistema só reage ao calor humano".



http://www.portallumiere.com.br/index.php?strArea=noticias&id=10105

quarta-feira, abril 14, 2010

Designer cria moto orgânica

M-Org tem visual chamativo e mecânica sustentável


Michael Smolyanov
M-Org
O futuro das motocicletas? Se depender do designer russo Michael Smolyanov, sim. Ele é o autor do projeto M-Org, uma motocicleta batizada a partir das palavras “moto” e “orgânica”. Combinação de sustentabilidade e estilo, ela foi desenvolvida inteiramente a partir de materiais orgânicos, incluindo o quadro, as suspensões e o motor. Segundo Michael, o uso de produtos de origem natural não prejudicam o desempenho, pelo contrário, ela acaba beneficiada pela leveza e resistência dos materiais. O designer não especifica quais compostos seriam utilizados no produto final, mas já existem estudos desta espécie realizados por grandes marcas como a Toyota.


Michael Smolyanov

fonte: http://bit.ly/9p5kEG

quinta-feira, abril 01, 2010

Norma para LEDs

Norma para LEDs deve ser publicada até dezembro 31/03/10 17:12


Por conta do rápido aumento da demanda por produtos LEDs no mercado nacional, o Comitê Brasileiro de Eletricidade, Eletrônica, Telecomunicações e Iluminação (Cobei), em parceria com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e a Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux), deu início a trabalhos de tradução de normas internacionais para LEDs, a fim de publicar uma norma nacional até o final de 2010.

A norma, que incluirá requisitos de segurança e desempenho, será baseada nas normas IECs 62384 e 61347-2-13, sob a elaboração da Comissão de Estudos – CE 03:3401 – Lâmpadas Elétricas, o qual inclui um Grupo de Trabalho que está desenvolvendo critérios de avaliação e análise de aspectos técnicos e legais dos LEDs, paralelamente a especialistas.

De acordo com o chefe de secretaria do ABNT CE 03, Vicente Cattacini, as reuniões do CE já estão acontecendo no sentido de definir o procedimento de elaboração da norma, porém o Grupo está ainda aguardando os textos traduzidos. “O trabalho começará baseado nestas duas normas que são as mais importantes, e a previsão é que tradução dos textos seja finalizada daqui a dois meses”, afirma.


:: Por Luciana Freitas www.portallumiere.com.br

segunda-feira, março 29, 2010

reaproveitamento de caçamba

Vai que essa moda pega...
Vai que essa moda pega...

piscina-lixopiscina-lixo2
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Bike para enchentes


Nunca na história deste país foi tão difícil se locomover de um ponto a outro. Digo, talvez na época em que só haviam cavalos e os próprios pés, uma viagem trivial de 30 quilômetros poderia ser um transtorno. Hoje, com muitos carros na rua, a coisa não está muito diferente. E quando chove como tem chovido, então, a coisa fica pior.
Um chinês, preocupado com a questão, desenvolveu uma bicicleta que acaba com este problema. Li Jin prendeu oito galões de água, que servem como bóias, e colocou pedais na roda traseira para impulsionar o veículo para frente.

A bike pode andar no asfalto ou na terra e, quando encontra um obstáculo como uma enchente, se transforma em uma bicicleta-anfíbio.

Tá aí um jeito ecológico de andar pela cidade que não deixa você na mão quando houver enchente.

Vi no Toxel.






11:57 - 28 de Março de 2010
Por Madame Trousseau

sexta-feira, março 26, 2010

Hora do Planeta

E ai, de que lado vc está???

Concurso de foto e vídeo: Olhares sobre a Água e o Clima


Ana Greghi - 26/03/2010
Como parte das comemorações do Semana da Água, a WWF-Brasil, a Agência Nacional de Águas (ANA) e HSBC Climate Partnership promovem o primeiro concurso de foto e vídeo “Olhares sobre a Água e o Clima”. As imagens devem mostrar a água em sua relação com o clima e em diversas formas, preservadas ou degradadas, suas características, simbolismos e usos, nos mais amplos aspectos.

O objetivo dos organizadores é incentivar a reflexão sobre a necessidade de preservar a água e cuidar do clima. Pensar na relação do homem com os elementos da natureza, por intermédio de registros fotográficos e audiovisuais, foi a forma escolhida para contribuir para a Década da Água, de 2005 a 2015, estabelecida pelas Nações Unidas (ONU).

São quatro categorias: fotos de alta definição, de baixa definição ou de celular, e vídeos de baixa e alta resoluções. O primeiro colocado em cada categoria recebe um troféu exclusivo e uma viagem de quatro dias e três noites para conhecer as águas cristalinas de Bonito (Mato Grosso do Sul).

A seleção dos melhores trabalhos será feita por votação aberta na internet e serão submetidos a uma comissão julgadora, formada por convidados ligados à área de meio ambiente e profissionais das áreas de fotografia e vídeo. As inscrições podem ser feitas até o dia 31 de maio de 2010 pelo site: www.olharesaguaeclima.org.br

quinta-feira, março 25, 2010

Adolescentes trocam refri por agua de coco.

otima notícia, saído do jornal DESTAK. Boa notícia, porque além de ver que as pessoas estão ficando cada vez mais saudáveis, e cada vez mais jovens estão aderindo, como podemos torcer para a diminuição de produção de materiais nocivos ao produzir refrigerantes.

amplexos

terça-feira, março 23, 2010

Capacete de bambu

Mais uma iniciativa. Dá para se ver que é possivel viver sem alguns materiais considerados essenciais, como plasticos e derivados.

Parece brincadeira, mas é real! Um capacete feito com fibras de bambu. O Roof R06 Bamboo passou em todos os testes de segurança na Europa e estará à venda ainda este mês por 189 libras, segundo o site Motorcycle News. A marca francesa Roof fabricará apenas uma série limitada da linha.




Papel reciclado ao alcance de todos

Atitudes ecológicas todos temos na melhor das boa intenções.
aqui vai um video, bastante simples e bacana,  produzido pelas crianças do Projeto Clicar - projeto que trabalha com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social na região da Lapa em São Paulo.
Os garotos criaram um vídeo ensinando como fazer papel reciclado, a atividade foi realizada no dia 21 de fevereiro de 2008.

Um viva ao projeto.
Forte abraço a todos.


Ah sim, o link: http://www.youtube.com/watch?v=5Y5wbOCu34s&feature=fvw

quinta-feira, março 18, 2010

Cabides engarrafados


A ideia do "Rethink Hanger" é no mínimo curiosa: ganchos que se transformam em cabides após a conexão de duas garrafas plásticas. É isto mesmo! Dependendo do tamanho da roupa, é só rosquear garrafinhas de água mineral, chá, refrigerante, etc. Uma interessante maneira de reutilizar garrafas, além de economizar espaço na bagagem durante viagens. O cabide " Rethink Hanger" é encontrado nas cores verde e amarela e cada um custa 7,99 dólares. "Engarrafadamente legaus"!
Link
4 Legal?! Comente aqui!

Guarda-chuva biodegradável


O "Brelli" é uma daquelas boas ideias que aliam praticidade e consumo consciente a algo que todo mundo conhece, como um guarda-chuva. Além do estilo japonês, ele usa apenas materiais que não prejudicam a natureza nem poluem o meio ambiente, inclusive na embalagem. A estrutura é feita de bambu e coberta de plástico biodegradável. Já a capa é feita em algodão orgânico. São duas versões: transparente e fumê. Esta última oferece proteção contra os raios UV. O trasnparente custa 82 euros e o fumê 99 euros.

quarta-feira, março 17, 2010

Quantas folhas de papel dá pra fazer com uma árvore?

por Redação Galileu
RE: Um eucalipto rende de 20 a 24 mil folhas de papel A4 (75 g/m2 de gramatura), aquele comum, usado em casa e nos escritórios. Como são necessárias 11 árvores para produzir uma tonelada de papel, e o consumo do brasileiro é de 44 kg por ano, cada um de nós consome em média meia árvore por ano. Podia ser pior. Os finlandeses, primeiros no ranking, consomem 341 Kg.

Bola de futebol transforma chute em eletricidade

Tecnologia faz com que o esporte se torne fonte de energia limpa para comunidades carentes

por Redação Galileu
 
  Divulgação
Está aqui uma oportunidade de o Brasil converter sua paixão em energia limpa. Um grupo da Universidade de Harvard desenvolveu recentemente a sOccket, uma bola de futebol que transforma a energia contida no chute em eletricidade.


Não que o método vá substituir a hidrelétrica de Itaipu, mas com 15 minutos de pelada, ela armazena eletricidade suficiente para acender uma pequena lâmpada de LED por três horas. Pode parecer pouco, mas faz diferença para 1,5 bilhão de pessoas (ou um quarto da população mundial) que vivem em áreas sem acesso à energia elétrica. Muitas comunidades usam lâmpadas de querosene para iluminar suas casas à noite, o que é um grande problema de saúde pública, já que o querosene é tóxico. Os desenvolvedores da sOccket acreditam que ela pode ajudar a resolver esse problema.
O protótipo da bola-gerador já foi testado em Durban, na África do Sul e em Nairobi, no Quênia. Agora o plano é que elas sejam vendidas como brinquedo nos países ocidentais no esquema “compre uma - doe uma”, para subsidiar os custos das bolas nos países em desenvolvimento.
O gerador dentro da sOccket funciona com uma tecnologia de bobina indutiva - parecida com aquela das lanternas que acendem quando são chacoalhadas – mas aqui, em vez de chacoalhar, você chuta. A energia gerada por ela pode também carregar celulares, baterias e outros gadgets. Ela não tem exatamente o mesmo peso e textura de uma bola tradicional, mas se realmente ajudar famílias pobres a viver com mais saúde, deve valer o jogo, não?

Casa conceitual esquenta com a decomposição de materiais orgânicos






Iniciativa japonesa ainda em fase de projeto poderia ser adotada em espaços públicos nipônicos

por Redação Galileu
Editora Globo
Uma equipe de arquitetos de um escritório japonês chamado Bakoko desenvolveu um conceito de casa que pode armazenar calor da decomposição de materiais orgânicos. A pequena instalação obtém até 49º C do processo biológico. É uma maneira simples e viável de esquentar pequenos espaços públicos como as casas de jardins espalhadas no Japão.


Batizada como Comploo, a estrutura circular é composta de vários compartimentos que decompõem lixo orgânico. O usuário pode jogar os detritos (como restos de comida) dentro deles por meio de partes destacáveis (veja imagem abaixo). O ar quente do material em decomposição esquenta as paredes da casa, que tem o teto transparente para aproveitar a luz natural.
  Divulgação 
Os arquitetos ainda precisam resolver uma série de problemas técnicos. Eles planejam arejar o material orgânico de maneira adequada, controlar a umidade da casa e dar um jeito de reduzir o mau cheiro. Segundo a Bakoko, um protótipo será apresentado em pouco tempo. O escritório afirma que a estrutura funcionaria como pontos de descanso em parques urbanos, jardins públicos ou até como lojas ou lanchonetes ao ar livre.

Lombada inteligente gera energia enquanto carros passam


A eletricidade criada será usada para acender postes, semáforos e até a própria lombada durante a noite

por Redação Galileu
 
Editora GloboEditora 
Globo
Em vez de lombadas feitas de asfalto e concreto, que tal uma lombada de plástico que usa o peso dos carros para gerar eletricidade? O sistema foi ideia do designer inglês Peter Hughes, que pretende usar a energia extra para acender postes de luz, semáforos e até a própria lombada, que ficaria iluminada durante a noite, para que ninguém mais deixe o escapamento para trás quando passar por ela.


Hughes prevê que cada lombada irá gerar de 10 a 36Kwh de energia cinética. Algo que equivaleria de R$3,40 a R$12,20 de energia por hora. O sistema ainda possui um recurso para armazenar a energia não foi utilizada imediatamente.
A lombada inteligente não é barata, deve custar de R$67 mil a R$185 mil, dependendo do tamanho. Mas o governo inglês aparentemente considera que vale a pena e já aprovou um investimento inicial de R$510 mil para implantar o sistema em Londres, que já tem mais de 30.000 lombadas, para testes.

‘Eco jeans’ emite 9 vezes mais CO2


Por Felipe Pontes
Ilustração: Roberto Morgan e Daniel das Neves 

Em fevereiro deste ano, a marca carioca de roupas TriStar (http://tristarjeans.com.br/) causou rebuliço na mídia (http://blogs.estadao.com.br/moda/conhece-o-jeans-de-geladeira/) (até a Galileu noticiou! http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI125041-17770,00-JEANS+AUTOLIMPANTE+CHEGA+AO+BRASIL.html) ao trazer para o país um jeans autolimpante. Adeus máquina de lavar, ferro de passar, sabão e litros de água. Olá, refrigerador. É isso mesmo. Se a sua calça sujou, coloque-a no congelador mais próximo, envolvida em um saco plástico. Em 24 horas ela estará limpa. 
Segundo a fabricante, não adianta cair numa poça de lama e achar que a história do refrigerador vai resolver, é claro. E não iremos entrar no mérito da sua peça de roupa dividir espaço com o pedaço de bacalhau que sua mãe guardou ontem, muito menos na tecnologia do tecido em si, que obviamente é inovadora. 
O que o Verdade Inconveniente começou a investigar é se o jeans cumpre seu rótulo ecológico. Apelidado de ‘Eco Jeans’ pela empresária Jandira Barone, dona da TriStar, a peça tem seus méritos. O algodão usado é orgânico, o tingimento é menos nocivo ao meio ambiente e o amaciante industrial usado na fábrica é biodegradável. “Nosso apelo é totalmente ecológico, todos nós tempos que fazer alguma coisa para ajudar o planeta!” afirmou Jandira. Mas, para saber se “lavar” no congelador é melhor pra natureza, pegamos algumas informações técnicas cedidas gentilmente pela Jandira e usamos o cálculo da Dra. Aglair Celestino, bióloga inventarista da Carbondown, para montar a tabela abaixo:
Os números mostram que o método de limpeza da calça autolimpante emite quase 9 vezes mais CO2 do que o velho jeans normal. Nada animador para a TriStar e para o nosso planeta. O ‘Eco jeans’ está à venda em diversas grifes do país e em lojas multimarcas. Cada peça custa, em média, R$ 300 – o mesmo preço de uma calça sem a tecnologia, da mesma marca. Por Felipe Pontes
eco_jeansEm fevereiro deste ano, a marca carioca de roupas TriStar causou alvoroço na mídia (até a Galileu noticiou! ) ao trazer para o país um jeans autolimpante. Adeus máquina de lavar, ferro de passar, sabão e litros de água. Olá, refrigerador. É isso mesmo. Se a sua calça sujou, coloque-a no congelador mais próximo, envolvida em um saco plástico. Em 24 horas ela estará limpa.
>>  Pensador critica ‘ecochatice’
>>  Especial explica o fracasso de Copenhague
Segundo a fabricante, não adianta cair numa poça de lama e achar que a história do refrigerador vai resolver, é claro. E não iremos entrar no mérito da sua peça de roupa dividir espaço com o pedaço de bacalhau que sua mãe guardou ontem, muito menos na tecnologia do tecido em si, que obviamente é inovadora.
O que o Verdade Inconveniente investigou é se o jeans cumpre seu rótulo ecológico. Apelidado de ‘Eco Jeans’ pela empresária Jandira Barone, dona da TriStar, a peça tem seus méritos. O algodão usado é orgânico, o tingimento é menos nocivo ao meio ambiente e o amaciante industrial usado na fábrica é biodegradável. “Nosso apelo é totalmente ecológico, todos nós tempos que fazer alguma coisa para ajudar o planeta!” afirmou Jandira. Mas, para saber se “lavar” no congelador é melhor pra natureza, pegamos algumas informações técnicas cedidas gentilmente pela Jandira e usamos o cálculo da Dra. Aglair Celestino, bióloga inventarista da Carbondown, para montar a tabela abaixo:
Congelador x Lavadora
Os números mostram que o método de limpeza da calça autolimpante faz o esforço adicional do congelador emitir quase 9 vezes mais CO2 do que a lavagem do velho jeans normal. Nada animador para a TriStar e para o nosso planeta. O ‘Eco jeans’ está à venda em diversas grifes do país e em lojas multimarcas. Cada peça custa, em média, R$ 300 – o mesmo preço de uma calça sem a tecnologia, da mesma marca.

Enterro líquido é jeito ecológico de morrer




Depois de passar pelo processo de ressomação, o resíduo que seu corpo deixa no mundo é apenas líquido

por Redação Galileu
Você recicla seu lixo, vai trabalhar de bicicleta, adota animais abandonados, faz doação para o GreenPeace todo Natal e encaminha todo e-mail de PowerPoint ecológico que recebe. Leva uma vida de bem com o meio-ambiente... não vai querer morrer e poluir a Terra, vai? Se sua resposta for não, você deve esquecer o enterro e a cremação e pedir para os seus parentes levarem seu corpo para a ressomação.


A ressomação é a alternativa mais “ambientalmente correta” que existe hoje para lidar com a morte. Ela consome 1/6 da energia e emite menos carbono do que a cremação, anteriormente considerada o método mais ecológico. Em vez de queimar, o corpo é liquefeito por meio de uma hidrólise alcalina, que imita o processo de decomposição natural – mas acontece muito mais rápido.

Depois de aplicada a técnica, seu corpo se torna um líquido com aminoácidos, peptídeos e fosfato de cálcio que, após filtrado, pode ser devolvido como água pura para o solo. Um belo legado para deixar ao mundo, não?

O esquema abaixo explica melhor o método:Editora Globo

terça-feira, março 16, 2010

Japão tem 'estacionamento solar' para aluguel de bicicletas

No local, painéis captam energia solar para os veículos.
Novidade é resultado de parceria com empresa de eletrônicos.
Do G1, em São Paulo
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Foto: Yoshikazu Tsun/AFP

Moradores de Setagaya, em Tóquio (Japão), podem alugar bicicletas elétricas abastecidas com energia solar. Em parceria com a empresa de eletrônicos Sanyo, foi instalado um 'estacionamento solar' para as biciletas, próximo a uma estação de trem (Foto: Yoshikazu Tsun/AFP)


Foto: Yoshikazu Tsun/AFP

No local, cem biciletas são abastecidas pela energia captada por painéis solares e armazenada em sistemas de baterias especiais. (Foto: Yoshikazu Tsun/AFP)

quarta-feira, março 10, 2010

Chega de lixo eletrônico!


DESCARTE CERTO
Descarte Certo
 - Chega de Lixo Eletrônico!
O que fazer com celulares, computadores, geladeiras e micro-ondas sem uso, que viram um trambolho dentro de casa?

Uma boa alternativa é ligar para Descarte Certo, empresa que vai até sua casa e recolhe os aparelhos velhos. Daí, eles emitem um certificado garantindo que o lixo receberá tratamento adequado. O que puder ser reaproveitado será reciclado; e o que não puder será descartado com segurança em lugares próprios, evitando a contaminação do solo. O custo do serviço é irrisório, e o atendimento cobre o Sudeste do País.

O Brasil é o mercado emergente que gera o maior volume de lixo eletroeletrônico per capita a cada ano (que feio isso!); o segundo maior gerador de lixo proveniente de celulares (muito feio mesmo!). Vamos mudar isso! Esvazie já aquela gaveta cheia de celulares, carregadores e afins antigos. Afinal, estar na moda é pensar no futuro do planeta - não resta a menor dúvida.
DESCARTE CERTO: MAIS INFORMAÇÕES PELO TELEFONE (11) 2167-5800 OU PELO E-MAIL CONTATO@DESCARTECERTO.COM.BR WWW.DESCARTECERTO.COM.BR

sábado, fevereiro 20, 2010

Plástico biodegradável já é fabricado no Brasil


Sacolas plásticas que se decompõem em 18 meses nos aterros sanitários, pratos e copos descartáveis e biodegradáveis feitos de resina de milho e mandioca, sachês plásticos de detergente que se desmancham em contato com a água. Tecnologia para o futuro? Não, todos os produtos são hoje uma realidade no Brasil, onde, além de toda a praticidade e diversidade de uso que proporciona, o plástico agora pode ser ambientalmente correto.
Sacolas de compras e de supermercados, sacos de lixo, canetas, pratos, talheres, copos, cobertura para fraldas, vasos de plantas e até alças e ornamentos de urnas funerárias, assim como qualquer outro item feito com o
material, podem ganhar características de degradabilidade,
biodegradabilidade, compostabilidade e/ou hidrossolubilidade se produzidos a partir de aditivos inertes ou matéria prima de origem vegetal importados com exclusividade pela rEs Brasil, empresa de representação, distribuição e licenciamento industrial sediada no município de Cajamar, no estado de São Paulo, a 41 quilômetros da capital.
Detentora de tecnologias inéditas no Brasil, a empresa fornece às fábricas de plásticos aditivos que, adicionados aos plásticos comuns, tornam o produto final degradável e biodegradável. Em outros casos, a rEs Brasil distribui matéria prima de origem vegetal para fabricação de artigos
biodegradáveis e compostáveis. Outros produtos podem ainda ser solúveis em água. Dessa forma, são rapidamente absorvidos na natureza e em alguns casos podem até servir de adubo e alimentação animal, eliminando o descarte em
aterros sanitários (onde levam até 100 anos para se decompor) e deixando de poluir rios, lagos e oceanos.
O diretor superintendente da rEs Brasil, Eduardo Van Roost, destaca que os produtos de plástico "verde", longe de ser apenas um ideal, já estão em plena fabricação no Brasil. "Trazemos o know how, distribuimos aditivos ou matérias primas e licenciamos fabricantes dos produtos finais", explica.
Segundo ele, a rEs Brasil já tem contratos com seis empresas, entre elas três líderes no mercado nacional de embalagens, que por sua vez estão na fase de desenvolvimento de produtos ou de comercialização de envases com esse material para finalidades específicas, como frascos para a indústria de cosméticos e sacolas de compras para supermercados e lojas. Um outro contrato é com uma fábrica de ornamentos de urnas funerárias localizada em Santa Bárbara D'Oeste. "A matéria prima é 97% nacional no caso dos produtos aditivados. O aditivo representa apenas 3% do material", afirma Van Roost.
Como funciona
Explicando de maneira simplificada a ação do aditivo, o empresário afirma que ele fragiliza as ligações entre as moléculas de carbono que formam o plástico, fazendo com que o material comece a se degradar sob condições comuns ao meio ambiente ao ser descartado no lixo. Posteriormente à degradação, os pequenos fragmentos resultantes serão mais facilmente digerido pelas bactérias e fungos existentes na natureza. "Uma vez quebradas as cadeias de carbono e hidrogênio do plástico comum, os átomos de carbono livres se ligam ao oxigênio da atmosfera formando dióxido de carbono. Os átomos de hidrogênio livres se ligam também ao oxigênio, formando água. Essas são as mesmas substâncias que os seres vivos exalam na respiração", afirma.
O tempo de decomposição, acrescenta Van Roost, também pode ser regulado de acordo com a finalidade do produto. Essas propriedades não alteram nenhuma das características originais do plástico comum. Os produtos finais aditivados são totalmente recicláveis, de acordo com o superintendente da rEs Brasil.
Custos
Apesar de representar um pequeno aumento de custo em relação ao plástico comum, a versão aditivada ainda tem preço menor do que o papel, opção utilizada na confecção de sacolas por empresas que dão preferência ao
material por ele ser 100% orgânico. Apesar de ecologicamente viável, o papel é mais caro porque é uma matéria prima renovável.
Com uma provável boa receptividade do mercado, em tempos "ecologicamente corretos" e "ambientalmente exigentes", a expectativa é que os produtos de plástico biodegradável tenham seu custo reduzido. Uma possível ampliação da produção das empresas que já utilizam o material poderia deixar o preço das sacolas biodegradáveis apenas cerca de 15% acima do das sacolas feitas com
plástico comum.
100% orgânico
Além do aditivo que fragiliza as moléculas do plástico comum, feito com polietileno ou polipropileno, a rEs Brasil traz para o Brasil resinas de amido feitas principalmente de mandioca, milho ou batata (não transgênicas), que resultam em um plástico 100% orgânico. O filme resultante se deteriora pela ação de microorganismos em contato com o solo, em contato com resíduos orgânicos e em ambientes de compostagem e de aterros sanitários, os chamados
lixões, em um período de 40 a 120 dias, se transformando em um composto orgânico que pode ser usado como humus na adubação, segundo Van Roost.
Outra matéria prima representada pela empresa é destinada à fabricação de plástico hidrosolúvel, à base de álcool polivinílico que se desmancha em contato com a água sem deixar resíduos tóxicos ou nocivos. A principal aplicação desse material é no envase de detergentes, desinfetantes e saponáceos em pó que podem ser jogados diretamente na máquina de lavar roupa ou louça e no vaso sanitário.
Todas as resinas, matérias primas e aditivos importados e representados com exclusividade pela rEs Brasil, destaca Van Roost, são inofensivas à saúde e ao meio ambiente, recebendo certificações de órgãos europeus e norte americanos para contato com alimentos, de degrabilidade e biodegradabilidade, compostabilidade e hidrossolubilidade, conforme o caso. "Nenhum desses produtos deixa resíduos ao meio ambiente e à vida".
A empresa
A rEs Brasil é uma empresa brasileira, com sede em Cajamar, a 41 quilômetros de São Paulo, pioneira na América do Sul na comercialização de matérias primas biodegradáveis e compostáveis e de serviços diretamente ligados à busca de soluções inovadoras e ideais para o problema da geração e destinação final de resíduos sólidos.
A rEs Brasil atua ainda na distribuição dos materiais e licencia as empresas brasileiras interessadas na fabricação dos produtos finais. Através de parcerias com outras empresas, a rEs Brasil presta serviços de consultoria e assessoria para organizações, escolas e governos na obtenção de certificados ISO 14.000 e especialmente na busca de soluções para a redução dos resíduos ou seu uso na compostagem, quando aplicável.
A rEs Brasil possui parceria internacional com a rEs S.A., empresa européia com sede em Luxemburgo e escritórios em Bruxelas que pesquisa e desenvolve seus próprios materiais e procura no mercado mundial produtos que visam diminuir ou anular os danos ao meio ambiente causados pelo lixo, em especial pelos produtos descartáveis de plástico comum.
Os materiais da rEs Brasil têm características físicas e mecânicas idênticas ao plástico comum, são totalmente degradáveis, biodegradáveis e compostáveis. Em alguns casos são ainda hidrosolúveis. Todos os produtos que usam a matéria prima podem ser processados com as mesmas máquinas e com as mesmas tecnologias aplicadas ao plástico convencional, como injeção em molde, sopro, laminação, termoformação e extrusão.
Entre as empresas que já fabricam ou testam produtos com as matérias primas da rEs Brasil estão:
AB Plast, de Joinville, Santa Catarina, que produz frascos, tampas e espátulas para indústria de cosméticos;
PraFesta, de Mairiporã, São Paulo, que fabrica talheres, pratos, bandejas e outros artigos descartáveis para festas e eventos;
Sol Embalagens, de Caieiras, São Paulo, que fabrica e fornece sacolas para supermercados;
Nobelplast, de São Paulo, que produz sacolas, materiais promocionais, filmes técnicos, envelopes e envelopes de segurança para bancos, Correios e Telégrafos e couriers;
NPP Termoplástico, de Santa Bárbara D'Oeste, na Região Metropolitana de Campinas, que fabrica ornamentos e alças para urnas funerárias.
Outras duas empresas estão em fase de testes mas consideram prematura a divulgação de seus nomes.
Algumas considerações sobre plásticos, meio ambiente e mercado:
Plásticos são produzidos a partir de resinas (polímeros), geralmente sintéticas e derivadas do petróleo. O uso de embalagens plásticas está crescendo em todo o mundo, e, embora estes materiais representem apenas cerca de 7% de todo lixo sólido depositado em aterros sanitários, atingem 60% do volume porque têm baixa densidade. Outras características que classificam o plástico como um material potencialmente prejudicial ao meio ambiente são: descartabilidade, que leva os produtos acondicionados em embalagens plásticas a serem os preferidos para consumo fora do ambiente residencial; resistência à degradação e leveza, que os faz flutuarem em lagos e cursos d'água.
Apesar disso, a contribuição dos plásticos nas emissões de poluentes é ainda menor que sua percentagem nos depósitos de lixo. Provou-se que não há nenhuma relação entre os plásticos existentes nesses depósitos e a formação
de dioxinas (composto químico tóxico proveniente de fontes naturais ou artificiais, como lixo médico e doméstico e restos industriais originários da produção de papel).
Ainda nos depósitos de lixo, os materiais supostamente degradáveis, como o papel, não se decompõem tão facilmente quanto se imagina, pela própria insuficiência de oxigênio nestes locais. Muitas vezes, os produtos da decomposição podem representar um impacto mais nefasto sobre o meio ambiente que os plásticos, que são inertes.
Do total de embalagens consumidas no Brasil em 1997, cerca de 25% eram plásticas. Na Europa Ocidental, continente com alto grau de conscientização ambiental, o plástico responde por 50% do total do mercado de embalagens.
No Brasil, cerca de 700 milhões de sacolas plásticas de compras são utilizadas mensalmente pelas redes de supermercados. A maioria depois serve para condicionar lixo doméstico e é depositada em aterros ou descartada na natureza, onde leva até 100 anos para se decompor. Nos mares, onde parte das sacolas vai parar, são confundidas com águas-vivas, uma das fontes de alimentação das tartarugas, que morrem ao ingeri-las. Por conta disso, algumas redes varejistas brasileiras mostram-se preocupadas com a situação, pois não querem suas marcas associadas à poluição ambiental e vêem as sacolas biodegradáveis como opção viável economicamente, ecologicamente correta e interessante do ponto de vista mercadológico.
As embalagens plásticas biodegradáveis podem substituir gradativamente as tradicionais, reservando ao plástico comum aplicações de caráter mais duradouro, como móveis de jardim.
Tempo de decomposição dos resíduos
Papel: 3 a 6 meses
Jornal: 6 meses
Palito de madeira: 6 meses
Toco de cigarro: 20 meses
Nylon: mais de 30 anos
Chicletes: 5 anos
Pedaços de pano: 6 meses a 1 ano
Fralda descartável comum: 450 anos
Lata e copos de plástico: 50 anos
Lata de aço: 10 anos
Tampas de garrafa: 150 anos
Isopor: 8 anos
Plástico: 100 anos
Garrafa plástica: 400 anos
Pneus: 600 anos
Vidro: 4.000 anos
Fralda descartável biodegradável: 1 ano
Sacolas biodegradáveis: em média 18 meses
Fonte: Sammya Araújo

quarta-feira, fevereiro 10, 2010

O valioso tempo dos maduros

O valioso tempo dos maduros
(Mário de Andrade)

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora. Tenho muito mais passado do que futuro. Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas.
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.
As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa... Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana, que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade...
Só há que caminhar perto de coisas e pessoas de verdade.
O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!

Curta o carnaval - regras do minimo impacto

Curta as férias.
E deixe o ambiente em paz.

cortesia : MUNDO VERTICAL acesse aqui.


Regras de mínimo impacto.
1. Planejamento é fundamental.

  • Entre em contato prévio com a administração da área que você pretende visitar para conhecer os regulamentos e restrições existentes.

  • Informe-se sobre as condições climáticas do local e consulte a previsão do tempo antes de qualquer atividade.

  • Viaje em grupos de até 08 pessoas. Grupos menores se harmonizam melhor com a natureza e causam menor impacto.

  • Evite viajar para as áreas mais populares nos feriados prolongados ou férias.

  • Certifique-se de que você possui uma forma de acondicionar seu lixo para trazê-lo de volta.

  • Escolha as atividades que você vai realizar conforme o seu condicionamento físico e seu nível de experiência.
2. Você é responsável pela sua segurança.

  • A busca e o resgate em ambientes naturais são caros e complexos, podendo levar dias e causar grandes danos ao ambiente. Portanto não se arrisque sem necessidade.

  • Calcule o tempo total da viagem e deixe o seu roteiro com alguém de confiança, com instruções para acionar o resgate, se necessário.

  • Avise a administração da área que você está visitando sobre: sua experiência, o tamanho do grupo, o equipamento que levam e a data/hora esperada de retorno. Estas informações facilitarão o seu resgate em caso de acidente.

  • Aprenda técnicas básicas de segurança como: primeiros socorros, navegação, radiocomunicação e etc. Para tal procure os clubes excursionistas, escolas de escalada e etc.

  • Tenha certeza que você dispõe do equipamento adequado para cada situação. Acidentes e agressões à natureza em grande parte são causados por improvisações e uso inadequado de equipamentos. Leve sempre: lanterna, agasalho, capa de chuva, estojo de primeiros socorros, alimento e água, mesmo em atividades com apenas um dia ou poucas horas de duração.

  • Caso você não tenha experiência em atividades recreativas em ambientes naturais, entre em contato com centros excursionistas, empresas de ecoturismo ou guias particulares. Visitantes inexperientes podem causar impactos sem perceber e correr riscos desnecessários.
3. Cuide das trilhas e dos locais de acampamento.

  • Mantenha-se nas trilhas pré determinadas. Não use atalhos que cortam caminhos. Os atalhos favorecem a erosão e a destruição de raízes e plantas inteiras.

  • Mantenha-se na trilha mesmo se ela estiver molhada, lamacenta ou escorregadia. A dificuldade das trilhas faz parte do desafio de vivenciar a natureza. Se você contorna a parte danificada de uma trilha, o estrago se tornará maior no futuro.

  • Ao acampar, evite áreas frágeis que levarão um longo tempo para se recuperar após o impacto. Acampe somente em locais pré estabelecidos e a mais de 60 metros de qualquer fonte de água.

  • Não cave valetas ao redor das barracas, escolha um local melhor e use um plástico sob a barraca.

  • Bons locais de acampamento são encontrados, não construídos. Não corte, não arranque a vegetação e não remova pedras.
4. Traga o seu lixo de volta.

  • Se você pode levar uma embalagem cheia para um ambiente natural, com certeza, poderá trazê-la vazia.

  • Ao percorrer uma trilha ou sair de uma área de acampamento, certifique-se de que elas permaneçam como se ninguém houvesse passado por ali. Remova todas as evidências de sua passagem. Não deixe rastros!

  • Não queime nem enterre o lixo. As embalagens podem não queimar completamente e os animais podem cavar e espalhar o lixo.

  • Utilize as instalações sanitárias que existirem. Caso não haja instalações na área, cave um buraco com 15 centímetros de profundidade a pelo menos 60 metros de qualquer fonte de água, trilhas ou locais de acampamento, de preferência em locais onde não seja necessário remover a vegetação.
5. Deixe cada coisa em seu lugar.

  • Não construa estruturas como: bancos, mesas, pontes e etc. Não quebre ou corte os galhos das árvores, mesmo que estejam mortas ou tombadas, pois podem estar servindo de abrigo para aves ou outros animais.

  • Resista à tentação de levar lembranças para a casa. Deixe pedras, artefatos, flores e conchas onde você encontrou para que outros também possam apreciá-los.

  • Tire apenas fotografias, deixe apenas pegadas e leve para a casa apenas suas memórias.
6. Não faça fogueiras.

  • Fogueiras matam o solo, enfeiam os locais de acampamento e são a maior causa de incêndios florestais.

  • Para cozinhar, utilize um fogareiro próprio para acampamento. Os fogareiros modernos são leves e fáceis de usar. Cozinhar com um fogareiro é muito mais rápido, limpo e prático do que acender uma fogueira.

  • Para iluminar o acampamento, utilize um lampião ou uma lanterna em vez de uma fogueira.

  • Se, mesmo assim, você realmente precisar acender uma fogueira, utilize locais previamente estabelecidos e, somente se as normas da área permitirem.

  • Mantenha o fogo pequeno, utilizando apenas madeira morta encontrada pelo chão.

  • Tenha absoluta certeza de que a fogueira está completamente apagada antes de abandonar a área.
7. Respeite os animais e as plantas.

  • Observe os animais a distância. A proximidade pode ser interpretada como uma ameaça e provocar um ataque, mesmo de pequenos animais. Além disso, animais silvestres podem transmitir doenças graves.

  • Não alimente os animais. Eles podem mudar seus hábitos e passar a invadir os acampamentos em busca de alimento, danificando barracas, mochilas e outros equipamentos.

  • Não retire flores e plantas silvestres. Aprecie sua beleza no local, sem agredir a natureza e dando a mesma oportunidade a outros visitantes.
8. Seja cortês com os outros visitantes.

  • Ande e acampe em silêncio, preservando a tranqüilidade e a sensação de harmonia que a natureza oferece. Deixe rádios e outros instrumentos sonoros em casa.

  • Deixe os animais domésticos em casa. Caso traga o seu animal com você, mantenha-o sob controle todo o tempo, incluindo evitar latidos ou outros ruídos. As fezes dos animais também são de sua responsabilidade e devem ser tratadas da mesma maneira que as humanas. Muitas áreas não permitem a entrada de animais domésticos, verifique com antecedência.

  • Cores fortes como branco, azul, vermelho ou amarelo, devem ser evitadas pois podem ser vistas a quilômetros de distância e quebram a harmonia dos ambientes naturais. Use roupas e equipamentos com cores neutras, para evitar a poluição visual em locais muito freqüentados.

  • Colabore com a educação de outros visitantes, transmitindo essas regras de mínimo impacto sempre que houver oportunidade.

Do parceiro Mochileiro.tur


Sobre a mochila...

Qual mochila levar?

"O objeto principal de um mochileiro, existem diversos tipos de mochilas no mercado, divididas basicamente em 4 tipos: Ataque, Cargueira, Viagem e Hidratação.

As mochilas de ataque são menores (até 30L) e são ideias para viagens de fim de semana, uso urbano, trekking de um dia, ou um dia de esporte radical (trekking, canoagem, biking, rapel, etc.), são mais leves que as cargueiras e de manuseio mais simples.

Cargueiras são mochilas maiores utilizadas para viagens grandes, expedições e campings, onde a pessoa pretende levar saco de dormir, barraca, utensilios de cozinha, etc. existem mochilas cargueiras de 100L, esse tipo de mochilas possuem fitas no seu lado externo para poder carregar mais "tralhas" do lado de fora, como seu isolante térmico e suas panelas.

As mochilas de Viagem são como "malas", nelas as suas coisas vão ficar mais arrumadas, e é utilizado para viagens grandes, onde a pessoa não quer ou não gosta de usar malas. Essas mochilas tem compartimentos e prendedores para deixar suas roupas no lugar, ideal para quem não vai levar equipamentos (barracas, isolantes, etc.) e vai viajar de ônibus ou avião., normalmente esse tipo de mochila vem com uma daypack destacável para utilizar durante o dia ou levar a bordo do avião.

Por último as mochilas do tipo hidratação são mochilas menores que permite que a pessoa se hidrate mesmo em moviemento, utilizado por pessoas que praticam esportes que utilizam as duas mãos como por exemplo cliclismo e montanhismo, perminto que a pessoa se hidrate sem utilizar as mãos, além do sistema de hidratação essas mochilas tem pequenos compartimentos para levar objetos como mapas, máquinas fotográficas e GPS."

Nesses links você encontra outras dicas sobre a mochila, qual usar, como usar, como arrumar:

- Alta Montanha

Fonte: Carajas

O que levar na mochila?

de VEJA.

vale para o verão...

O que levar em um acampamento?
Dicas para escolher roupas e calçados
e como arrumá-los na mochila


Raquel Hoshino

Algumas coisas são essenciais, outras dependem do clima de onde se vai acampar e das atividades que você irá fazer (raftings, caminhadas, visita a museus, tomar sol na praia) durante a viagem. Analise o clima do local e só então separe as roupas. Lembre-se também de não levar os melhores itens de seu armário. Coloque na mochila as "roupas de briga", aquelas que possam ser manchadas e ficar sujas de lama e terra. Evite levar calçados novos ou que você não tenha "amaciado". Eles costumam provocar bolhas.

ITENS ESSENCIAIS
. Kit de primeiros socorros (com remédios que utiliza normalmente)
. Canivete afiado
. Lanterna (com pilha sobressalente)
. Capa de chuva
. Cantil ou squeeze para água (caso faça caminhadas ou vá praticar esportes)
. Sacos e sacolas plásticas (para lixo e para guardar roupas e calçados sujos)
. Fósforos e um isqueiro sobressalente (bem fechados em um saco plástico)
. Filtro solar
. Cadeados pequenos (para trancar armários em albergues, a barraca e a mochila)


EMBORNAL
. Prato de plástico ou metal fundo
. Talheres (colher, garfo, faca)
. Caneca de plástico
. Pano de prato


MATERIAL DE HIGIENE
. Shampoo (um tubinho de filme fotográfico é o suficiente para duas ou três lavagens)
. Condicionador
. Sabonete e esponja
. Pasta de dente (caso vá viajar por poucos dias, leve um tubo que já esteja usado)
. Escova de dente
. Fio dental
. Pente ou escova de cabelos (compre uma pequena para economizar espaço na mochila)
. Toalha de banho
. Toalhinha pequena
. Papel higiênico
. Absorventes
. Elásticos de cabelo
. Um pouco de sabão em pó ou um pedaço de sabão em barra


ROUPAS PARA OUTONO E PRIMAVERA
. Camisetas, blusas ou regatas (uma por dia)
. Calcinha e sutiã ou cueca (um por dia)
. Meia (um par por dia)
. Calça (jeans ou de um tecido que seja resistente e dê liberdade de movimentos. Prefira cores escuras.)
. Uma calça sobressalente
. Bermuda ou shorts
. Maiô/biquíni ou sunga
. Um sweater ou um casaco. Em época chuvosa, prefira um impermeável.
. Chinelo
. Tênis / bota de caminhada
. Calçado sobressalente
. Boné ou chapéu (protege do calor, faz sombra e também impede que, à noite, se perca calor pela cabeça).


VERÃO
. Coloque na mochila algum medicamento para queimaduras de sol.
. Leve roupas de tecidos leves e mais shorts e bermudas. Não se esqueça de levar também uma calça e um casaco leve, caso chova ou esfrie repentinamente.


INVERNO
. Tome por base a lista de roupas para primavera e outono e leve a mais:
. Blusões de lã (o ideal é que os blusões não sejam muito grossos e que você possa utilizá-los um por cima do outro caso faça muito frio)
. Camisetas de manga comprida ou blusa tipo segunda pele
. Casaco forrado (se possível com capuz)
. Touca de lã
. Meias mais grossas
. Blusa de gola alta ou cachecol para proteger o pescoço
. Minhocão ou meia-calça (para usar por baixo da roupa)
. Manteiga de cacau, lip balm ou batom (para pessoas com lábios sensíveis)
. Mesmo que seja inverno, leve um short ou bermuda e algumas camisetas de manga curta. Não esqueça do protetor solar e do hidratante.


MATERIAL PARA DORMIR
. Saco de dormir
. Isolante térmico, um pedaço de plástico de bolinhas ou folhas de jornal para impedir que a umidade que vem do solo atinja a sua "cama" e penetre pelas costas
. Cobertor (no inverno)


OPCIONAIS
. Máquina fotográfica, filmes e um saquinho plástico para guardá-la em caso de chuva (para economizar espaço, deixe o saquinho dobrado dentro da capinha da máquina)
. Caderninho de anotações e caneta
. Repelente de insetos
. Óculos de sol, de preferência com armação de plástico
. Livro
. Baralho


Como arrumar a mochila
. Separe tudo o que você vai levar e coloque em cima da cama.
. Veja se dá para deixar alguma coisa em casa ou se dá para diminuir o peso da mala, trocando embalagens grandes de shampoo por outras menores, por exemplo. Se você vai ficar dois dias fora não há razão para levar um tubo de pasta de dentes cheio. Leve um que esteja aberto e assim por diante.
. Pegue sacos e sacolinhas plásticas para embalar as roupas e para colocar a roupa suja.

Há duas maneiras de arrumar uma mochila:
1) Empacotando em um saco plástico cada uma das mudas de roupa (meia, lingerie, bermuda/calça, camiseta).
2) Empacotando em sacos plásticos itens iguais: meia com meia, camiseta com camiseta, etc.
Estando tudo embalado (os plásticos protegem a roupa da chuva), comece a montagem da mochila:
Embaixo, coloque o saco de dormir, que deverá ter sido arejado uma semana antes. Enrole-o bem apertado para diminuir o volume.
Depois, coloque os sacos com as roupas leves (camisetas e bermudas) ou coloque as sacolas com as mudas de roupa.
Em cima delas, as roupas pesadas (calças, casacos e cobertores), os calçados e o embornal.
Em lugares de fácil acesso (como bolsos laterais), guarde o kit de primeiros socorros e tudo o que você possa precisar em uma emergência, como a capa de chuva, o material de higiene, a lanterna, a carteira com dinheiro e documento de identidade e os fósforos.


Dicas para economizar ainda mais espaço
  O pedaço de sabão você pode guardar na saboneteira junto com o sabonete. Aliás, se a viagem for curta, leve meio sabonete.
Compre shampoo 2 em 1 ao invés de shampoo e condicionador.
Se você não se importa de lavar roupa, pode diminuir pela metade a quantidade de camisetas e de lingerie.

quinta-feira, fevereiro 04, 2010