Tecnologia faz com que o esporte se torne fonte de energia limpa para comunidades carentes
por Redação GalileuNão que o método vá substituir a hidrelétrica de Itaipu, mas com 15 minutos de pelada, ela armazena eletricidade suficiente para acender uma pequena lâmpada de LED por três horas. Pode parecer pouco, mas faz diferença para 1,5 bilhão de pessoas (ou um quarto da população mundial) que vivem em áreas sem acesso à energia elétrica. Muitas comunidades usam lâmpadas de querosene para iluminar suas casas à noite, o que é um grande problema de saúde pública, já que o querosene é tóxico. Os desenvolvedores da sOccket acreditam que ela pode ajudar a resolver esse problema.
O protótipo da bola-gerador já foi testado em Durban, na África do Sul e em Nairobi, no Quênia. Agora o plano é que elas sejam vendidas como brinquedo nos países ocidentais no esquema “compre uma - doe uma”, para subsidiar os custos das bolas nos países em desenvolvimento.
O gerador dentro da sOccket funciona com uma tecnologia de bobina indutiva - parecida com aquela das lanternas que acendem quando são chacoalhadas – mas aqui, em vez de chacoalhar, você chuta. A energia gerada por ela pode também carregar celulares, baterias e outros gadgets. Ela não tem exatamente o mesmo peso e textura de uma bola tradicional, mas se realmente ajudar famílias pobres a viver com mais saúde, deve valer o jogo, não?
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