segunda-feira, março 29, 2010
Bike para enchentes
Nunca na história deste país foi tão difícil se locomover de um ponto a outro. Digo, talvez na época em que só haviam cavalos e os próprios pés, uma viagem trivial de 30 quilômetros poderia ser um transtorno. Hoje, com muitos carros na rua, a coisa não está muito diferente. E quando chove como tem chovido, então, a coisa fica pior.
Um chinês, preocupado com a questão, desenvolveu uma bicicleta que acaba com este problema. Li Jin prendeu oito galões de água, que servem como bóias, e colocou pedais na roda traseira para impulsionar o veículo para frente.
A bike pode andar no asfalto ou na terra e, quando encontra um obstáculo como uma enchente, se transforma em uma bicicleta-anfíbio.
Tá aí um jeito ecológico de andar pela cidade que não deixa você na mão quando houver enchente.
Vi no Toxel.





Um chinês, preocupado com a questão, desenvolveu uma bicicleta que acaba com este problema. Li Jin prendeu oito galões de água, que servem como bóias, e colocou pedais na roda traseira para impulsionar o veículo para frente.
A bike pode andar no asfalto ou na terra e, quando encontra um obstáculo como uma enchente, se transforma em uma bicicleta-anfíbio.
Tá aí um jeito ecológico de andar pela cidade que não deixa você na mão quando houver enchente.
Vi no Toxel.
11:57 - 28 de Março de 2010
Por Madame Trousseau
sexta-feira, março 26, 2010
Concurso de foto e vídeo: Olhares sobre a Água e o Clima
Ana Greghi - 26/03/2010
Como parte das comemorações do Semana da Água, a WWF-Brasil, a Agência Nacional de Águas (ANA) e HSBC Climate Partnership promovem o primeiro concurso de foto e vídeo “Olhares sobre a Água e o Clima”. As imagens devem mostrar a água em sua relação com o clima e em diversas formas, preservadas ou degradadas, suas características, simbolismos e usos, nos mais amplos aspectos.O objetivo dos organizadores é incentivar a reflexão sobre a necessidade de preservar a água e cuidar do clima. Pensar na relação do homem com os elementos da natureza, por intermédio de registros fotográficos e audiovisuais, foi a forma escolhida para contribuir para a Década da Água, de 2005 a 2015, estabelecida pelas Nações Unidas (ONU).
São quatro categorias: fotos de alta definição, de baixa definição ou de celular, e vídeos de baixa e alta resoluções. O primeiro colocado em cada categoria recebe um troféu exclusivo e uma viagem de quatro dias e três noites para conhecer as águas cristalinas de Bonito (Mato Grosso do Sul).
A seleção dos melhores trabalhos será feita por votação aberta na internet e serão submetidos a uma comissão julgadora, formada por convidados ligados à área de meio ambiente e profissionais das áreas de fotografia e vídeo. As inscrições podem ser feitas até o dia 31 de maio de 2010 pelo site: www.olharesaguaeclima.org.br
quinta-feira, março 25, 2010
Adolescentes trocam refri por agua de coco.
otima notícia, saído do jornal DESTAK. Boa notícia, porque além de ver que as pessoas estão ficando cada vez mais saudáveis, e cada vez mais jovens estão aderindo, como podemos torcer para a diminuição de produção de materiais nocivos ao produzir refrigerantes.
amplexos
amplexos
terça-feira, março 23, 2010
Capacete de bambu
Mais uma iniciativa. Dá para se ver que é possivel viver sem alguns materiais considerados essenciais, como plasticos e derivados.
Papel reciclado ao alcance de todos
Atitudes ecológicas todos temos na melhor das boa intenções.
aqui vai um video, bastante simples e bacana, produzido pelas crianças do Projeto Clicar - projeto que trabalha com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social na região da Lapa em São Paulo.
Os garotos criaram um vídeo ensinando como fazer papel reciclado, a atividade foi realizada no dia 21 de fevereiro de 2008.
Um viva ao projeto.
Forte abraço a todos.
Ah sim, o link: http://www.youtube.com/watch?v=5Y5wbOCu34s&feature=fvw
aqui vai um video, bastante simples e bacana, produzido pelas crianças do Projeto Clicar - projeto que trabalha com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social na região da Lapa em São Paulo.
Os garotos criaram um vídeo ensinando como fazer papel reciclado, a atividade foi realizada no dia 21 de fevereiro de 2008.
Um viva ao projeto.
Forte abraço a todos.
Ah sim, o link: http://www.youtube.com/watch?v=5Y5wbOCu34s&feature=fvw
quinta-feira, março 18, 2010
Cabides engarrafados
A ideia do "Rethink Hanger" é no mínimo curiosa: ganchos que se transformam em cabides após a conexão de duas garrafas plásticas. É isto mesmo! Dependendo do tamanho da roupa, é só rosquear garrafinhas de água mineral, chá, refrigerante, etc. Uma interessante maneira de reutilizar garrafas, além de economizar espaço na bagagem durante viagens. O cabide " Rethink Hanger" é encontrado nas cores verde e amarela e cada um custa 7,99 dólares. "Engarrafadamente legaus"!


Link 


Guarda-chuva biodegradável
O "Brelli" é uma daquelas boas ideias que aliam praticidade e consumo consciente a algo que todo mundo conhece, como um guarda-chuva. Além do estilo japonês, ele usa apenas materiais que não prejudicam a natureza nem poluem o meio ambiente, inclusive na embalagem. A estrutura é feita de bambu e coberta de plástico biodegradável. Já a capa é feita em algodão orgânico. São duas versões: transparente e fumê. Esta última oferece proteção contra os raios UV. O trasnparente custa 82 euros e o fumê 99 euros. 





quarta-feira, março 17, 2010
Quantas folhas de papel dá pra fazer com uma árvore?
por Redação Galileu
RE: Um eucalipto rende de 20 a 24 mil folhas de papel A4 (75 g/m2 de gramatura), aquele comum, usado em casa e nos escritórios. Como são necessárias 11 árvores para produzir uma tonelada de papel, e o consumo do brasileiro é de 44 kg por ano, cada um de nós consome em média meia árvore por ano. Podia ser pior. Os finlandeses, primeiros no ranking, consomem 341 Kg.
Bola de futebol transforma chute em eletricidade
Tecnologia faz com que o esporte se torne fonte de energia limpa para comunidades carentes
por Redação GalileuNão que o método vá substituir a hidrelétrica de Itaipu, mas com 15 minutos de pelada, ela armazena eletricidade suficiente para acender uma pequena lâmpada de LED por três horas. Pode parecer pouco, mas faz diferença para 1,5 bilhão de pessoas (ou um quarto da população mundial) que vivem em áreas sem acesso à energia elétrica. Muitas comunidades usam lâmpadas de querosene para iluminar suas casas à noite, o que é um grande problema de saúde pública, já que o querosene é tóxico. Os desenvolvedores da sOccket acreditam que ela pode ajudar a resolver esse problema.
O protótipo da bola-gerador já foi testado em Durban, na África do Sul e em Nairobi, no Quênia. Agora o plano é que elas sejam vendidas como brinquedo nos países ocidentais no esquema “compre uma - doe uma”, para subsidiar os custos das bolas nos países em desenvolvimento.
O gerador dentro da sOccket funciona com uma tecnologia de bobina indutiva - parecida com aquela das lanternas que acendem quando são chacoalhadas – mas aqui, em vez de chacoalhar, você chuta. A energia gerada por ela pode também carregar celulares, baterias e outros gadgets. Ela não tem exatamente o mesmo peso e textura de uma bola tradicional, mas se realmente ajudar famílias pobres a viver com mais saúde, deve valer o jogo, não?
Casa conceitual esquenta com a decomposição de materiais orgânicos
Iniciativa japonesa ainda em fase de projeto poderia ser adotada em espaços públicos nipônicos
por Redação GalileuBatizada como Comploo, a estrutura circular é composta de vários compartimentos que decompõem lixo orgânico. O usuário pode jogar os detritos (como restos de comida) dentro deles por meio de partes destacáveis (veja imagem abaixo). O ar quente do material em decomposição esquenta as paredes da casa, que tem o teto transparente para aproveitar a luz natural.
Lombada inteligente gera energia enquanto carros passam
A eletricidade criada será usada para acender postes, semáforos e até a própria lombada durante a noite
por Redação GalileuHughes prevê que cada lombada irá gerar de 10 a 36Kwh de energia cinética. Algo que equivaleria de R$3,40 a R$12,20 de energia por hora. O sistema ainda possui um recurso para armazenar a energia não foi utilizada imediatamente.
A lombada inteligente não é barata, deve custar de R$67 mil a R$185 mil, dependendo do tamanho. Mas o governo inglês aparentemente considera que vale a pena e já aprovou um investimento inicial de R$510 mil para implantar o sistema em Londres, que já tem mais de 30.000 lombadas, para testes.
‘Eco jeans’ emite 9 vezes mais CO2
sex , 12/3/2010
tmalianálise de especialista
tmalianálise de especialista
Por Felipe Pontes
Ilustração: Roberto Morgan e Daniel das Neves
Em fevereiro deste ano, a marca carioca de roupas TriStar causou alvoroço na mídia (até a Galileu noticiou! ) ao trazer para o país um jeans autolimpante. Adeus máquina de lavar, ferro de passar, sabão e litros de água. Olá, refrigerador. É isso mesmo. Se a sua calça sujou, coloque-a no congelador mais próximo, envolvida em um saco plástico. Em 24 horas ela estará limpa.
>> Pensador critica ‘ecochatice’
>> Especial explica o fracasso de Copenhague
Segundo a fabricante, não adianta cair numa poça de lama e achar que a história do refrigerador vai resolver, é claro. E não iremos entrar no mérito da sua peça de roupa dividir espaço com o pedaço de bacalhau que sua mãe guardou ontem, muito menos na tecnologia do tecido em si, que obviamente é inovadora.
O que o Verdade Inconveniente investigou é se o jeans cumpre seu rótulo ecológico. Apelidado de ‘Eco Jeans’ pela empresária Jandira Barone, dona da TriStar, a peça tem seus méritos. O algodão usado é orgânico, o tingimento é menos nocivo ao meio ambiente e o amaciante industrial usado na fábrica é biodegradável. “Nosso apelo é totalmente ecológico, todos nós tempos que fazer alguma coisa para ajudar o planeta!” afirmou Jandira. Mas, para saber se “lavar” no congelador é melhor pra natureza, pegamos algumas informações técnicas cedidas gentilmente pela Jandira e usamos o cálculo da Dra. Aglair Celestino, bióloga inventarista da Carbondown, para montar a tabela abaixo:
Os números mostram que o método de limpeza da calça autolimpante faz o esforço adicional do congelador emitir quase 9 vezes mais CO2 do que a lavagem do velho jeans normal. Nada animador para a TriStar e para o nosso planeta. O ‘Eco jeans’ está à venda em diversas grifes do país e em lojas multimarcas. Cada peça custa, em média, R$ 300 – o mesmo preço de uma calça sem a tecnologia, da mesma marca.
Ilustração: Roberto Morgan e Daniel das Neves
Em fevereiro deste ano, a marca carioca de roupas TriStar (http://tristarjeans.com.br/) causou rebuliço na mídia (http://blogs.estadao.com.br/moda/conhece-o-jeans-de-geladeira/) (até a Galileu noticiou! http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI125041-17770,00-JEANS+AUTOLIMPANTE+CHEGA+AO+BRASIL.html) ao trazer para o país um jeans autolimpante. Adeus máquina de lavar, ferro de passar, sabão e litros de água. Olá, refrigerador. É isso mesmo. Se a sua calça sujou, coloque-a no congelador mais próximo, envolvida em um saco plástico. Em 24 horas ela estará limpa.
Segundo a fabricante, não adianta cair numa poça de lama e achar que a história do refrigerador vai resolver, é claro. E não iremos entrar no mérito da sua peça de roupa dividir espaço com o pedaço de bacalhau que sua mãe guardou ontem, muito menos na tecnologia do tecido em si, que obviamente é inovadora.
O que o Verdade Inconveniente começou a investigar é se o jeans cumpre seu rótulo ecológico. Apelidado de ‘Eco Jeans’ pela empresária Jandira Barone, dona da TriStar, a peça tem seus méritos. O algodão usado é orgânico, o tingimento é menos nocivo ao meio ambiente e o amaciante industrial usado na fábrica é biodegradável. “Nosso apelo é totalmente ecológico, todos nós tempos que fazer alguma coisa para ajudar o planeta!” afirmou Jandira. Mas, para saber se “lavar” no congelador é melhor pra natureza, pegamos algumas informações técnicas cedidas gentilmente pela Jandira e usamos o cálculo da Dra. Aglair Celestino, bióloga inventarista da Carbondown, para montar a tabela abaixo:
Os números mostram que o método de limpeza da calça autolimpante emite quase 9 vezes mais CO2 do que o velho jeans normal. Nada animador para a TriStar e para o nosso planeta. O ‘Eco jeans’ está à venda em diversas grifes do país e em lojas multimarcas. Cada peça custa, em média, R$ 300 – o mesmo preço de uma calça sem a tecnologia, da mesma marca. Por Felipe Pontes
>> Pensador critica ‘ecochatice’
>> Especial explica o fracasso de Copenhague
Segundo a fabricante, não adianta cair numa poça de lama e achar que a história do refrigerador vai resolver, é claro. E não iremos entrar no mérito da sua peça de roupa dividir espaço com o pedaço de bacalhau que sua mãe guardou ontem, muito menos na tecnologia do tecido em si, que obviamente é inovadora.
O que o Verdade Inconveniente investigou é se o jeans cumpre seu rótulo ecológico. Apelidado de ‘Eco Jeans’ pela empresária Jandira Barone, dona da TriStar, a peça tem seus méritos. O algodão usado é orgânico, o tingimento é menos nocivo ao meio ambiente e o amaciante industrial usado na fábrica é biodegradável. “Nosso apelo é totalmente ecológico, todos nós tempos que fazer alguma coisa para ajudar o planeta!” afirmou Jandira. Mas, para saber se “lavar” no congelador é melhor pra natureza, pegamos algumas informações técnicas cedidas gentilmente pela Jandira e usamos o cálculo da Dra. Aglair Celestino, bióloga inventarista da Carbondown, para montar a tabela abaixo:
Enterro líquido é jeito ecológico de morrer
Depois de passar pelo processo de ressomação, o resíduo que seu corpo deixa no mundo é apenas líquido
por Redação Galileu Você recicla seu lixo, vai trabalhar de bicicleta, adota animais abandonados, faz doação para o GreenPeace todo Natal e encaminha todo e-mail de PowerPoint ecológico que recebe. Leva uma vida de bem com o meio-ambiente... não vai querer morrer e poluir a Terra, vai? Se sua resposta for não, você deve esquecer o enterro e a cremação e pedir para os seus parentes levarem seu corpo para a ressomação.A ressomação é a alternativa mais “ambientalmente correta” que existe hoje para lidar com a morte. Ela consome 1/6 da energia e emite menos carbono do que a cremação, anteriormente considerada o método mais ecológico. Em vez de queimar, o corpo é liquefeito por meio de uma hidrólise alcalina, que imita o processo de decomposição natural – mas acontece muito mais rápido.
Depois de aplicada a técnica, seu corpo se torna um líquido com aminoácidos, peptídeos e fosfato de cálcio que, após filtrado, pode ser devolvido como água pura para o solo. Um belo legado para deixar ao mundo, não?
O esquema abaixo explica melhor o método:
terça-feira, março 16, 2010
Japão tem 'estacionamento solar' para aluguel de bicicletas
No local, painéis captam energia solar para os veículos.
Novidade é resultado de parceria com empresa de eletrônicos.
Novidade é resultado de parceria com empresa de eletrônicos.
Do G1, em São Paulo
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Moradores de Setagaya, em Tóquio (Japão), podem alugar bicicletas elétricas abastecidas com energia solar. Em parceria com a empresa de eletrônicos Sanyo, foi instalado um 'estacionamento solar' para as biciletas, próximo a uma estação de trem (Foto: Yoshikazu Tsun/AFP)
No local, cem biciletas são abastecidas pela energia captada por painéis solares e armazenada em sistemas de baterias especiais. (Foto: Yoshikazu Tsun/AFP)
quarta-feira, março 10, 2010
Chega de lixo eletrônico!
| DESCARTE CERTO | ||
O que fazer com celulares, computadores, geladeiras e micro-ondas sem uso, que viram um trambolho dentro de casa? DESCARTE CERTO: MAIS INFORMAÇÕES PELO TELEFONE (11) 2167-5800 OU PELO E-MAIL CONTATO@DESCARTECERTO.COM.BR WWW.DESCARTECERTO.COM.BRUma boa alternativa é ligar para Descarte Certo, empresa que vai até sua casa e recolhe os aparelhos velhos. Daí, eles emitem um certificado garantindo que o lixo receberá tratamento adequado. O que puder ser reaproveitado será reciclado; e o que não puder será descartado com segurança em lugares próprios, evitando a contaminação do solo. O custo do serviço é irrisório, e o atendimento cobre o Sudeste do País. O Brasil é o mercado emergente que gera o maior volume de lixo eletroeletrônico per capita a cada ano (que feio isso!); o segundo maior gerador de lixo proveniente de celulares (muito feio mesmo!). Vamos mudar isso! Esvazie já aquela gaveta cheia de celulares, carregadores e afins antigos. Afinal, estar na moda é pensar no futuro do planeta - não resta a menor dúvida. | ||
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