sexta-feira, fevereiro 20, 2009
Água da Vida
quinta-feira, fevereiro 12, 2009
Lixeira solar é testada em Israel

A Prefeitura de Jerusalém (Israel) colocou em operação experimental uma compactadora de lixo acionada por energia solar. A superlata, que foi instalada na rua Jaffa, no centro da cidade histórica, tem capacidade para compactar 750 litros de lixo, que passam ocupar um volume de apenas 150 litros, que é então recolhido por caminhões.
Com apenas uma hora de exposição ao sol, a compactadora pode funcionar durante cinco dias.
Energias verdes criarão 20 milhões de empregos
Portal Lumiére - 15/10/08 14:03
O rápido crescimento do interesse por energias alternativas capazes de aplacar o aquecimento do planeta terá um impacto significativo na criação de empregos "verdes" no mundo nos próximos anos.
Um estudo inédito divulgado pelo Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (Unep, em inglês) prevê a geração de pelo menos 20 milhões de novos postos até 2030 - 12 milhões apenas na indústria de bionergia, onde o Brasil é um dos principais players. O resultado econômico dessas mudanças será um mercado global de serviços e produtos "verdes" de cerca de US$ 2,74 bilhões em 2020. "Projeções individuais para países indicam forte potencial para criação de empregos nos próximos anos. Os empregos verdes estão claramente em alta", afirma o estudo, divulgado em meio ao furacão financeiro que assola o mundo.
Mas a crise, vale dizer, não deverá mudar esse quadro no longo prazo: as inovações tecnológicas continuarão a despontar já que as mudanças climáticas são um processo comprovado e irreversível. O que pode acontecer, especula-se, é um retardamento desse processo. Por isso, "políticas arrojadas dos governos continuam sendo imprescindíveis", alerta o estudo, citando subsídios, reforma fiscal e orçamento para pesquisa e desenvolvimento como opções.
Intitulado "Empregos verdes: em busca de um trabalho decente num mundo sustentável e de baixo carbono", o estudo feito pela Unep, pela Organização Internacional do Trabalho e outras organizações, traz um amplo olhar para a emergência de uma "economia verde" e seu impacto no trabalho no Século XXI.
Globalmente, cerca de 300 mil pessoas trabalham hoje com energia eólica e 170 mil com energia solar. Quase 1,2 milhão de pessoas estão empregadas no setor de geração de energia com biomassa, sobretudo biocombustíveis, em apenas quatro países - Brasil, Estados Unidos, Alemanha e China. "São empregos com rápido ritmo de crescimento", diz o estudo. "Comparado com as termelétricas, a energia renovável gera muito mais empregos por unidade de capacidade instalada, unidade de energia gerada e dólar investido".
Se ainda são modestos, esses números têm um potencial gigantesco para crescer. O estudo prevê uma guinada no número de empregos de 600% no setor de energia eólica, para 2,1 milhões de postos em 2030. A energia solar deverá ter um incremento de 3.605% no mesmo período, chegando aos 6,3 milhões de postos. As 1,2 milhão de pessoas ligadas atualmente aos biocombustíves se transformarão em um exército de 12 milhões de pessoas, como se a cidade de São Paulo inteira se dedicasse unicamente à produção de etanol.
Mas outros setores também serão "chacoalhados" com as exigências cada vez maiores por tecnologias limpas que solucionem velhos problemas. O imobiliário é um deles. Prédios com isolamento melhor, ventilação e aquecimento mais econômicos e iluminação inteligente serão o padrão do futuro. A União Européia prevê abrir, sozinha, mais 2,5 milhões de cargos relacionados a essas melhorias até 2030 e outros 1,4 milhão até 2050. Esse mundo em transformação mexerá diretamente com a estrutura das profissões.
Cargos serão adaptados para a nova realidade, caso de eletricistas, encanadores e pedreiros da futura geração de edifícios "verdes". Outros serão substituídos, com funcionários de aterros sanitários migrando para a incineração. Alguns setores serão turbinados - a reciclagem é um exemplo. E muitos empregos serão simplesmente eliminados do mapa. "No dia em que a embalagem for banida ou desencorajada, isso levará à descontinuidade da sua produção", explica o estudo.
Dessa dança das cadeiras participarão todos os países, sobretudo os desenvolvidos, onde ainda estão concentrados a maioria esmagadora dos empregos verdes. Segundo a consultoria Roland Berger, os empregos na indústria de tecnologia ambiental na Alemanha representarão 16% da produção industrial do país até 2030, nada menos que o quádruplo do que se verificou em 2005. Mais: o setor ultrapassará em um prazo de 12 anos o número de empregos das poderosas indústrias manufatureira e automobilística alemãs. "O negócio verde está se tornando o motor do desenvolvimento econômico alemão", diz a consultoria.
No Brasil, a criação de empregos ocorrerá de forma mais acentuada no setor de bioenergia, onde os empregos já acompanham o aumento de investimentos polpudos para a produção de etanol. "A médio e longo prazo é possível crescer muito no setor de biocombustível", diz Ricardo Baitelo, coordenador da campanha de energias renováveis do Greenpeace Brasil.
Ele cita como indicações disso as previsões do setor de 28 mil MW gerados a partir da co-geração do bagaço da cana até 2020. "É uma Itaipu", diz o especialista. Outro fator que contribui para um futuro de mais empregos "verdes" no país é a recente criação da Comissão Especial de Energias Renováveis do Congresso, onde tramitam onze projetos-de-lei que convergirão para a nova legislação de energia limpa. "Com isso serão necessários mais projetistas de caldeiras e engenheiros", exemplifica Baitelo.
De acordo com estimativas do setor, o Brasil tem cerca de 500 mil pessoas trabalhando com biomassa, número que pode duplicar nas próximas décadas se houver sinalização política correta. É justamente aí, porém, que vem a ressalva: mais emprego não significa uma vida melhor. O estudo alerta que muitos trabalhadores - citando nominalmente o setor de biocombustíveis no Brasil, Malásia e Indonésia - ainda estão sujeitos a condições longe do ideal. "Em certas áreas, sobretudo nos países em desenvolvimento, os empregos que estão sendo criados ainda deixam a desejar. Mal podem ser considerados trabalhos decentes", afirma.
Relatório aponta aumento do uso da energia solar
Cerca de dois terços da população mundial poderá ser atendida com energia solar em 2030, enquanto a geração eólica em alto-mar (no mar do Norte) poderá fornecer energia para 71 milhões de residências na Europa. Essas informações fazem parte dos relatórios Geração Solar e Revolução Elétrica do Mar do Norte lançados pelo Greenpeace nesta semana. A estimativa da organização é que sejam instalados cerca de 1.800GW de painéis fotovoltaicos no mundo até 2030, com capacidade de gerar 2.600TWh de eletricidade por ano. Isso seria o suficiente para atender 1,3 bilhões de pessoas em áreas cobertas por sistemas elétricos e outras 3 bilhões em áreas rurais, em pontos remotos.O relatório Geração Solar, produzido em conjunto com a Associação Européia da Indústria Fotovoltaica aponta também que o número de empregados no setor, trabalhando na fabricação, instalação e manutenção dos painéis, pode crescer dos atuais 120 mil para 10 milhões até 2030. Já o relatório Revolução Elétrica do Mar do Norte aponta que a interconexão de parques eólicos offshore entre o Reino Unido, a Escandinávia, os Países Baixos, a França e a Alemanha reduziria a variação da geração eólica no mar e também serviria para a distribuição de outras energias renováveis. De acordo com o documento, a geração eólica offshore no Mar do Norte pode gerar 250 TWh de eletricidade por ano, atendendo a 13% do suprimento dos países da região. Um parque offshore médio produz eletricidade durante mais de 90% do ano e a interconexão destes parques garantiria uma capacidade firme entre 10GW e 68 GW. A organização calcula que a rede forneceria energia a 71 milhões de residências e contribuiria para a redução de gases de efeito estufa. No Brasil, o representante do Greenpeace Brasil, Ricardo Baitelo, afirma que o potencial de geração offshore é superior aos 143GW do potencial de geração eólica em terra.
Philips lança novo portal de sustentabilidade
A Philips acaba de lançar uma nova versão de seu portal de sustentabilidade. O site mostra as principais atividades da empresa em áreas divididas em quatro temas principais: responsabilidade individual, responsabilidade ambiental, responsabilidade econômica e responsabilidade social.

Além disso, o site reúne espaços exclusivos à apresentação das ações em dois temas estratégicos definidos pela companhia globalmente: eficiência energética e cuidados com a saúde. Navegando é possível conferir, por meio de infográficos, qual o modelo de relacionamento com públicos-chave que a Philips adota e assitir a vídeos sobre a área de Sustentabilidade na empresa.
No link “Publicações” o internauta encontra também os últimos Relatórios Anuais de Sustentabilidade, além de trabalhos universitários que usaram a área como tema. A Philips percorreu um longo caminho até encontrar maturidade em seus programas de Sustentabilidade.
A empresa acredita que desenvolvimento sustentável é um processo que começa dentro da empresa. Por meio do comprometimento pessoal, um futuro sustentável poderá ser construído pela soma de esforços individuais e do exercício da cidadania.
O design e a programação do portal ficaram por conta da agência Líbero+, focada em marketing e comunicação, e responsável pelo portal de Sustentabilidade desde sua criação, em 2006.
Conheça os o novo portal em http://www.sustentabilidade.philips.com.br/
terça-feira, fevereiro 10, 2009
Manual de Acessibilidade

terça-feira, fevereiro 03, 2009
ECOPRINCIPLES
http://blog.michellekaufmann.com/?p=643
agradecimentos á Michelle. Seja lá quem for.
Quanto CARBONO você consome??
Vale verificar!
Ainda não cheguei ao final, mas de qualquer forma vale pensar e tentar.
http://www.myfootprint.org/en/visitor_information/
Filho de Arcadia
50° Graus
